
Especialistas reunidos no Web Summit Rio defenderam a criação de um modelo regulatório próprio para inteligência artificial (IA) no Brasil. A posição surge em meio à discussão de um texto sobre o tema no Congresso Nacional, que foi alvo de críticas por parte dos debatedores.
Durante o evento, Ronaldo Lemos e Bruno Lewicki apresentaram a visão de que a legislação brasileira deve equilibrar a proteção de direitos com o estímulo à inovação e ao desenvolvimento de capacidades nacionais em IA.
Críticas ao modelo em discussão
Os especialistas expressaram preocupação com o texto que está em debate na Câmara dos Deputados. Segundo as informações disponíveis, o modelo em construção foi criticado por não atender plenamente aos objetivos de fomentar o avanço tecnológico e a soberania do país na área de inteligência artificial.
Ainda não foram detalhados os pontos específicos do projeto de lei que geraram as críticas, nem as propostas alternativas que os especialistas apresentaram para a regulamentação.
Defesa de um modelo nacional
A defesa de um modelo regulatório próprio para o Brasil visa garantir que as leis acompanhem o ritmo da evolução da IA, protegendo os cidadãos e, ao mesmo tempo, impulsionando a economia e a pesquisa no país.
A intenção é que a regulamentação sirva como um catalisador para a criação de um ecossistema robusto de inteligência artificial no território nacional.
Próximos passos
A discussão sobre a regulamentação da IA no Brasil segue em andamento no Congresso. As posições apresentadas no Web Summit Rio indicam a necessidade de um debate aprofundado para a construção de um marco legal que atenda às particularidades e aos objetivos estratégicos do país.
Fonte original: g1.globo.com.


