A Venezuela concedeu, nesta quinta-feira (11), uma licença à empresa britânica Shell para a exploração e exportação de gás. A decisão marca a entrada da companhia no país sul-americano, somando-se a outras transnacionais que têm retornado à Venezuela.
Este movimento ocorre em decorrência de uma recente reforma na lei de hidrocarbonetos venezuelana, que flexibilizou as regras para o investimento estrangeiro no setor. A mudança legislativa visa atrair capital externo para a exploração de recursos energéticos.
Segundo as informações disponíveis, a presidente interina Delcy Rodríguez foi a responsável por impulsionar a nova lei de hidrocarbonetos em janeiro. A iniciativa ocorreu sob pressão dos Estados Unidos, após a captura de Nicolás Maduro.
A concessão da licença à Shell indica uma abertura do setor de hidrocarbonetos venezuelano a empresas internacionais. A exploração e exportação de gás são os focos da atuação da companhia britânica no país.
Ainda não foram detalhados os termos específicos da licença concedida à Shell, como o período de vigência, as áreas de exploração designadas ou as metas de produção e exportação.
A reforma da lei de hidrocarbonetos, que viabilizou a licença à Shell, é apresentada como um fator chave para o retorno de investimentos estrangeiros. A lei busca criar um ambiente mais favorável para a atuação de empresas internacionais no setor energético venezuelano.
A participação de transnacionais no setor de hidrocarbonetos da Venezuela tem sido objeto de discussões e negociações. A concessão de licenças como a da Shell sugere uma nova fase na política energética do país.
As informações disponíveis não detalham as consequências práticas imediatas desta licença para a economia venezuelana ou para o mercado global de gás. A evolução da exploração e exportação pela Shell será um indicador importante.
Fonte original: g1.globo.com.