
Um médico da rede pública de Piracicaba (SP) prescreveu, em uma receita de antidepressivo para um paciente de 22 anos, termos como “igreja” e “cuidar de si”. A prática foi divulgada em redes sociais e gerou repercussão, com o profissional associando os sintomas do paciente a um quadro de ansiedade.
Contexto
Segundo as informações disponíveis, o paciente apresentava queixa de dores abdominais e paralisia facial. A receita, compartilhada publicamente, indica que o médico vinculou o quadro a um transtorno de ansiedade. Ainda não há detalhamento público sobre a finalidade clínica de incluir termos não farmacológicos na prescrição ou sobre o encaminhamento para suporte espiritual ou psicossocial.
Envolvidos
O material disponível aponta um médico da rede pública envolvido no caso e um paciente de 22 anos. Não foram fornecidos nomes, datas ou detalhes adicionais sobre as etapas do atendimento além do que consta na divulgação.
Impacto prático
A divulgação da receita levantou questionamentos sobre a conduta clínica, especialmente quanto ao uso de expressões não farmacológicas em prescrições de antidepressivos. Não há confirmação de mudanças no tratamento nem de efeitos observados no paciente.
Situação atual
Até o momento, as informações disponíveis não detalham o raciocínio clínico do médico, nem a justificativa para inserir os termos “igreja” e “cuidar de si” na prescrição. Não há confirmação de que a prática tenha sido repetida ou endossada pela instituição de saúde, nem de garantias sobre segurança ou eficácia do que está descrito.
Próximos passos
Segundo as informações disponíveis, permanece inseguro avaliar o alcance da prática ou suas consequências para o paciente. Futuras divulgações oficiais da instituição de saúde, ou declarações da Secretaria Municipal de Saúde, podem esclarecer o posicionamento institucional, orientações clínicas e possíveis medidas administrativas. O tema também pode exigir apuração adicional para verificar contexto, finalidade clínica e se houve violação de normas profissionais.
Fonte original: g1.globo.com.
Leia também
Regra para big techs limita liberdade de expressão, diz Mendonça
Investimento de agências em mídia sobe 18,4% e vai a R$ 5,58 bi
