
Gestoras de recursos migraram rapidamente de posições no “kit Brasil” para ativos na moeda americana, segundo levantamento com 25 casas. A maior parte dos fundos consultados passou a estar na posição comprada no dólar, enquanto a aposta dominante para a próxima decisão do Copom continua sendo a manutenção de corte de 0,25 ponto percentual na Selic. A convicção de investimentos de longo prazo, contudo, caiu entre os gestores.
Contexto
O levantamento, divulgado pela XP, envolve 25 casas de investimentos. Os dados indicam uma mudança de viés entre as gestoras em relação à exposição cambial e à trajetória da taxa básica de juros. O período analisado reforça a leitura de que o ambiente de juros baixos no curto prazo pode ter impactado decisões de alocação em renda fixa e câmbio.
Envolvidos
Segundo as informações disponíveis, as informações referem-se a gestoras de multimercados, sem detalhar nomes específicos. A matéria descreve que 80% dos fundos migraram para posição comprada no dólar. A aposta de corte da Selic de 0,25 p.p. aparece como a convicção majoritária para o cenário de política monetária, mantendo-se, porém, uma redução na convicção de horizonte de longo prazo entre as gestoras.
Impacto prático
A mudança na exposição cambial pode influenciar o desempenho de fundos multimercados, principalmente em cenários de volatilidade do dólar frente ao real. A manutenção da expectativa de corte na Selic nessa magnitude sugere continuidade de condições de financiamento facilitadas no curto prazo. A queda na convicção de longo prazo aponta para maior cautela entre gestores ao avaliar efeitos de política econômica e trajetória de juros ao longo do tempo.
Situação atual
Conforme as informações disponíveis, não há detalhamento adicional sobre datas específicas, nomes ou novas medidas regulatórias. O material destaca a leitura de que a transição para posições em dólar predominou entre as gestoras pesquisadas, com a perspectiva de política monetária ainda pautada por redução da Selic, mas com menos certeza quanto ao cenário mais à frente.
Próximos passos
Segundo as informações disponíveis, não há confirmação de mudanças adicionais nas estratégias das gestoras além da observada até o levantamento. Fica indicado que continuar monitorando comunicados das casas consultadas e atualizações da XP poderá trazer mais clareza sobre a postura cambial e a avaliação de risco de longo prazo em relação a juros e câmbio.
Fonte original: infomoney.com.br.
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