A Justiça Federal no Rio condenou o delegado da Polícia Federal Lorenzo Pompílio da Hora a 10 anos e 6 meses de prisão em regime fechado. Ele foi considerado responsável por supostamente ter recebido propina para usar sua influência para encerrar uma investigação da PF contra um advogado, em 2017. Segundo as informações disponíveis, o suborno teria envolvido a oferta de um veículo avaliado em cerca de 70 mil reais.
Contexto
A matéria envolve agentes da Polícia Federal acusados de cobrar propina para não investigar. O caso ganhou andamento na Justiça Federal do Rio de Janeiro, que decidiu pela condenação do delegado. Ainda não há, no material disponível, detalhamento público sobre a sequência exata de etapas do inquérito, o momento da prisão ou o desdobramento de possíveis recursos.
Envolvidos
- Delegado Lorenzo Pompílio da Hora: condenado a 10 anos e 6 meses de prisão em regime fechado.
- Suspeita de participação de um escrivão no esquema de cobrança de propina, conforme as informações apresentadas na denúncia que embasou a queixa à Justiça (sem informações adicionais disponíveis no resumo utilizado como fonte principal).
Impacto prático
A decisão judicial implica pena de prisão em regime fechado para o delegado, com base nas acusações de recebimento de vantagem indevida para facilitar o encerramento de investigação contra um advogado. O material disponível não detalha outras consequências institucionais, como eventual afastamento, medidas administrativas ou impactos específicos para a PF.
Situação atual
Segundo as informações disponíveis, a sentença já foi proferida pela Justiça Federal no Rio de Janeiro, com a fixação da pena para o delegado. Não há no resumo utilizado como fonte principal detalhes sobre recursos legais interpostos, nem sobre o estado atual de eventual cumprimento de pena ou outras medidas judiciais.
Próximos passos
- Acompanhar eventuais recursos apresentados pela defesa ou pela acusação, que podem alterar o acervo de informações disponíveis publicamente.
- Aguardar informações adicionais que possam esclarecer o andamento processual, incluindo datas de eventual cumprimento de pena, recursos ou decisões complementares, que não constam no material resumido utilizado como base.
Observação sobre informações disponíveis
- As informações aqui apresentadas se baseiam no resumo da matéria publicada pelo portal G1 em 9 de junho de 2026. Não foram incluídas especulações ou dados não presentes na fonte principal. Caso haja novas informações oficiais, estas podem ampliar o contexto sobre o caso, a versão das defesa e a renderição de eventuais recursos.
Fonte original: g1.globo.com.
Leia também
